21 de fevereiro de 2005

Hamlet

William Shakespeare, 1600, Inglaterra

Poesia, filosofia, metalinguagem. Corrupção, vingança, morte. Complexidade, genialidade, humanidade. O que se pode dizer dessa obra de arte magnífica? “Palavras, palavras, palavras”. Calo-me, assombrado... Ou melhor, transcrevo uma pontinha de toda essa sabedoria.

Sobre a morte: “Nesses momentos, o verme é o único imperador. Nós engordamos todos os outros seres para que nos engordem; e engordamos para engordar as larvas. O rei obeso e o mendigo esquálido são apenas variações de um menu – dois pratos, mas na mesma mesa; isso é tudo” (Hamlet, ato IV, cena III).

Um comentário:

Renato Parizzi disse...

Fala Leo.
Muito legal esse seu post!
Um abraco.